Você já ouviu as mesmas recomendações, tentou diferentes antidepressivos e talvez até tenha trocado de profissional algumas vezes. A esperança inicial de cada nova tentativa dá lugar à mesma e exaustiva frustração.
Se essa é a sua história, a mensagem mais importante que tenho para você é: a resistência ao tratamento não é um veredito sobre você, mas sim sobre a inadequação da estratégia utilizada até agora.
A depressão que persiste apesar dos tratamentos convencionais (Depressão Resistente) é um desafio clínico distinto, que exige um nível de expertise e um arsenal terapêutico que vão muito além do padrão.

Muitas vezes, o que parece ser resistência é, na verdade, uma "pseudo-resistência", fruto de tratamentos anteriores que não foram otimizados em dose ou duração, ou por falta de adesão do paciente.

É bem estabelecido que um histórico de maus-tratos ou adversidades na infância está fortemente associado a uma menor resposta aos antidepressivos convencionais e a quadros depressivos mais graves e persistentes.

Muitas vezes, o que parece ser depressão unipolar é, na verdade, a fase depressiva de um Transtorno Bipolar não diagnosticado, que não responde bem a antidepressivos convencionais.

Transtornos de ansiedade, TOC, ou condições médicas subjacentes podem estar sabotando o tratamento da depressão.

Você pode metabolizar os medicamentos de forma diferente ou envolver vias neuroquímicas que não são o alvo dos remédios mais comuns.

Fatores como alimentação, sedentarismo, qualidade do sono e histórico de vida podem criar barreiras que atrapalham a eficácia do tratamento.
Rigor acadêmico e conhecimento de ponta: Como um dos supervisores no serviço de Transtornos de Humor do Hospital Universitário da Universidade de Brasília e ex-professor da Universidade Federal de Goiás, minha função é orientar outros médicos nos casos mais difíceis. Isso me mantém na vanguarda da ciência e das estratégias mais avançadas.
Experiência com alta performance e sigilo absoluto: Atuando como psiquiatra na Câmara dos Deputados, lido diariamente com as pressões e a complexidade mental de profissionais que vivem sob estresse extremo, onde a clareza cognitiva e a discrição não são opcionais.
Excelência como princípio: A mesma dedicação que me levou à aprovação em 1º lugar nacional em um concurso de alta complexidade é aplicada a cada caso que assumo, buscando incansavelmente a melhor solução para o quebra-cabeça diagnóstico e terapêutico.
Visão integral do ser humano: Minha formação em Terapia Cognitivo-Comportamental e meus estudos em psicoterapia Existencial, fenomenologia e filosofia me permitem ir além da prescrição, compreendendo o paciente em sua totalidade de mente, cérebro e contexto de vida.
1. Mapeamento Diagnóstico 360º: Realizamos uma imersão profunda no seu histórico, utilizando ferramentas validadas para reavaliar o diagnóstico, com foco especial em rastrear uma possível bipolaridade oculta e identificar comorbidades não tratadas.
2. Arsenal terapêutico avançado: Para a Depressão de Difícil Tratamento, é preciso ir além do convencional. Nossa estratégia pode envolver farmacoterapia de precisão, estratégias de potencialização com antipsicóticos de segunda geração e, para casos selecionados, o uso de ferramentas de ponta com eficácia comprovada para DRT, como a Neuromodulação (TMS) , a Eletroconvulsoterapia (ECT) e os agonistas glutamatérgicos, como a cetamina/escetamina.
3. Otimização biológica e estilo de Vida: Atuamos sobre fatores que comprovadamente influenciam a resposta ao tratamento, como a qualidade do sono, a redução de processos inflamatórios e o suporte metabólico, tratando você como um todo.
4. Psicoterapia adjuvante e estratégica: Embora as psicoterapias sozinhas não sejam estabelecidas como eficazes para a DRT, quando combinadas com o tratamento farmacológico, elas oferecem alívio sintomático significativo e desenvolvem mecanismos de resiliência.
Atendimento presencial em Brasília ou online, com o mais alto padrão de sigilo e exclusividade.
“Depressão Resistente” (DRT) é um termo técnico, definido pela falha de dois ou mais antidepressivos. Eu prefiro a abordagem da “Depressão de Difícil Tratamento” (DTD), que é mais ampla e centrada no paciente. Ela reconhece que a dificuldade pode vir não só da biologia, mas de diagnósticos incorretos, comorbidades ou fatores de vida, focando na melhora da qualidade de vida e funcionalidade, e não apenas na remissão dos sintomas.
Minha prática é estritamente baseada em evidências. A Cetamina/Escetamina, Eletroconvulsoterapia (ECT) e a Estimulação Magnética Transcraniana (TMS) são terapias com eficácia comprovada para casos de Depressão Resistente. A indicação de qualquer um desses tratamentos é feita após uma avaliação criteriosa e individualizada, discutindo todos os prós e contras com o paciente, caso se mostrem a melhor estratégia para o seu caso específico.
É uma consulta aprofundada onde realizaremos uma imersão completa na sua história de vida e de tratamentos. O objetivo é começar a mapear as possíveis causas da resistência e delinear uma nova estratégia de investigação e tratamento, para que você saia com um plano claro e um renovado senso de esperança.
Trabalho através de um atendimento completamente empático e humanizado. Logo, para consulta, você pode vir tranquilo, que vou direcionar nossa conversa para colher todas as informações que preciso para fazer o diagnóstico e propor o tratamento. Separe um momento tranquilo, para que possa fazer a consulta sem pressa e aproveitar ao máximo o espaço para trabalharmos todas as questões importantes para você. Traga exames recentes se tiver e, se desejar, venha com um acompanhante (ele(a) irá esperar fora da consulta em um primeiro momento, para que possa ter liberdade para falar sobre o que quiser). Acesse o guia do paciente.
Consultório
Setor Comercial Norte Q 2 Singular Psiquiatria, Liberty Mall – Torre B Quadra 02, Sala 807 – Asa Norte, Brasília – DF, 70712-903
© 2025 Dr. Andrey Rocca – CRMDF 32154 RQE 23030